19 de Fevereiro de 2010

Papo furado

Dentro de campo há uma resenha que o torcedor nem imagina.

Um dos bons árbitros de Pernambuco, Cel. Sebastião Rufino impunha um respeito que alguns jogadores não gostava.

Dai Luciano Veloso e Givanildo criaram entre eles uma espécie de código.

Então, dependendo dos acontecimentos começavam a reclamar um do outro, que ficava sem entender. Num outro jogo arbitrado por Rufino, percebi o diálogo. Pensei, vai dar m….

Num papo furado falavam: começasse né Giva.
Em outra jogada, tá danado em Lu. Vê se acerta uma cara…
A cada falta que eles achavam e entendiam erro do homem de preto… entreolhavam-se e a piadinha saía…

Com inteligência o árbitro sacou as indiretas. Como diz o velho ditado: “bom cabrito não berra”, levou o jogo até o fim.

Porém, mandou recado através dos diretores do santinha: Dr. Bione e Cel. Vasco… que Givanildo se ligasse.

O recado foi dado, mas tanto Giva como Veloso não ligaram, respondendo que não tinham feito nada.

Após alguns jogos, vem o clássico contra o Sport no Arruda. Jogo tranquilo, as duas equipes cautelosas, é quando uma falta no meio-de-campo a favor do Santa Cruz. Givanildo rapidamente tenta pegar a bola para passar para Gena. Seu Rufino diz que a falta é para o Sport, logo em seguida vivamente dando-lhe as costas de próposito. Virando-se em seguida para vê-lo pegar a bola jogando-a no gramado com raiva. Cartão vermelho na mão…dizendo-lhe vá tomar banho mais cedo. Pegando-o de calça curta, e assim acabando o papo furado dos “ventrículos”.

Fenando Santana

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